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Gay. Post por post.

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O homem ideal.

04/02/2011

Não precisa ser uma Brastemp. Mas, pelo menos, tem que lavar bem.

Tive vontade de escrever sobre isso, depois de ler este ótimo post.

Obviamente, o fator “beleza” conta muito para que meu interesse se desperte. E aí, eu sei o que me agrada. Seria hipocrisia eu disser que não ligo para aparência. Se de fato não ligasse, não ficaria na loja escolhendo qual tênis levar pra casa, ou qual calça jeans veste melhor no meu corpo. Todo mundo possui critérios de imagem, e eu os uso a toda hora.

Mas, particularmente, me considero bastante flexível quanto a compatibilidades. Fico pensando e percebo que gostaria de namorar um pagodeiro, um rockeiro, um amante de axé ou um geek amante de The Big Bang Theory. Um cabeleireiro pra lá de efeminado, ou um segurança pra lá de viril. Pode ser letrado, ou pode escrever errado. Pode ter um corpão de dar dor nos maxilares de tão gostoso. Pode ser gostoso de maneira mais farta. Ou então, gostoso do jeito skinny de ser. Não importa. Bastando ser portador do cromossomo XY, tá valendo.

Carência? Pouca exigência? Ingenuidade? Pode ser. Meus 22 anos de experiência não significam lá muita coisa. Mas é assim que eu sinto. Como já disse, a aparência conta, sim. Mas não sou tão específico, a ponto de focar meu interesse tão somente a determinado tipo físico e cultural de homens. Acredito que as diferenças é que tornam as coisas bem mais divertidas.

E digo: não existe o homem ideal. O próprio termo já diz: “ideal”. Não passa, pois, de uma projeção mental subjetiva. Em nossa cabeça, temos claras definições sobre um rapaz que preencha todos os atributos que desejaríamos em um homem. Mas ele simplesmente não existe. Ou porque não possui todos os atributos. Ou porque seus defeitos superam o equilíbrio.

E tem ainda o fator surpresa. De forma repentina, surpreendente, espontânea e inexplicável, dá um troço “dendagente” que, quebrando todos os nossos próprios paradigmas, caímos de quatro e a desgraça está feita. Fisgados, pois, já estamos.

O segredo é saber aproveitar a especificidade de cada um. Isso é prova de que a satisfação não vem do outro. Vem da percepção própria sobre quem você está curtindo/gostandinho/amando. E, se você especificar demais os aspectos que te satisfaçam, é bem provável que nenhum homem venha a te completar.

Acredito que ser exigente não é ater-se somente àqueles tipos idealizados como os plenamente aceitáveis por todo mundo (ou somente por você). É claro que o mínimo de exigência temos de ter (e temos, cada um, o seu mínimo próprio). Mas, exigência, pra mim, é considerar que todo homem do mundo, seja lá como ele for, tem a potencialidade de ser o melhor homem do mundo. Basta dar-nos uma chance para que descubramos isso.

Mais de Andrew Stetston em tetu.com

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comments

Poxa… Adorei ter motivado este post =D

Mas sem mais comentários… Já falei demais sobre isso hahaha.

Um xêro, SG!

in.Constante

04/02/2011

adoro posts q geram posts…
tb pretendo escrever algo sobre isso…
por causa do in.constante tb

FOXX

04/02/2011

Aparência é tudo mesmo, o resto é consequência, nos quais busquemos adaptar, ir além para levar algo adiante “se caso valer a pena…”
Forte abraço!

Ro Fers

04/02/2011

Penso igual a você. Ainda acho que sou menos exigente ainda.

Thiago

04/02/2011

Concordo plenamente com você! Escrevi um pouco sobre isso em “Apenas homem” e “Doce desejo” . Dê uma olhada no último post que fiz “Convencionais”. Tem umas percepções que tenho tido em algumas saídas.

Arthur

05/02/2011

Call me bêbado, mas minha seletividade varia proporcionalmente ao meu nível de álcool. Sóbrio eu sou um santo mega exigente. Não preciso completar a frase, né?

Gui

06/02/2011

Estava trocando umas ideias hoje…claro que beleza me atrai, ao menos inicialmente. Mas se não rolar empatia, interesses mútuos, surpresa, gestos, enfim…acho que a coisa não flui.

Sou bem menos exigente no fim das contas quanto à aparência que quanto ao resto.

Mateus

07/02/2011