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Gay. Post por post.

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Reviving the Windows Live.

17/03/2011

Eu já fui usuário mais assíduo do Windows Live (ou MSN, como é mais conhecido). Conheci bastante gente (boa e nem tão boa), através desse aplicativo de sucesso. Mas, com os recentes acontecimentos, e com a crise que andei passando… me esqueci um pouco do Messenger. Queria me isolar. Ficar escondido (meio paradoxal, isso, já que tenho um blog…).

No MSN, a conversa é ao vivo, instantânea, e, por isso, transparecemos, de formas diversas, como nos sentimos. E não queria me mostrar triste, sem muitos assuntos agradáveis, ou com pouco senso de humor. No blog, também conseguimos transparecer nossos sentimentos, nosso estado de espírito. Mas é como se eu estivesse protegido pelo meu próprio espaço. Sinto mais segurança, aqui. No MSN, a conversa é direta. Bem mais intimista. E, por incrível que pareça, mais humana.

Enfim. Estava evitando era conversar com as pessoas (#foreveralonefeelings).

"Não quero falar!"

Mas, resolvi tirar as teias de aranha do Messenger. Excluí as pessoas desagradáveis. Incluí as que valem a pena. E eis que redescobri a alegria de teclar e de dar risadas assim: “hauhauahuahuah”. A propósito, preciso mudar o jeito de dar risada. Estou em dúvida entre “ashashuashuashuas”, “Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!Ah!” e “Quiá!Quiá!Quiá!Quiá!Quiá!Quiá!Quiá!”.

Que besteira…

Muito bem. Pra você ver. Algo tão trivial, hoje em dia. Tão simples. Conversar pelo MSN. Como pode algo assim, mudar tanto a perspectiva cotidiana?

Eu tenho as respostas:

Primeiro, botei a prosa em dia com um queridíssimo amigo que, confesso, andei meio sumido com ele. Consegui matar a saudade de conversar sobre coisas da vida. Consegui dar risadas pelo teclado. Falar besteiras. Conhecer filmes e músicas novas (prometo assistir a Ponyo até este fim de semana, tá?). Prometo ficar verdinho mais vezes, também! E não use mais aquele treco que esqueci o nome, para acessar o Messenger, viu?

Segundo, conheci, ao vivo e em cores nítidas (no começo, só vi um vulto), através da web cam (dele, porque a minha foi comprada em uma possilga paraguaia), um queridíssimo e fiel leitor do blog. Já trocávamos mensagens por e-mail. Mas, agora, pudemos trocar mais ideias. Histórias. Experiências. Impagável, poder saber um pouco mais sobre quem vem me visitar no blog. Uma pena, mesmo, morarmos tão longe um do outro! Tava com vontade de dar um abraço bem apertado, e poder dizer um obrigado. A propósito, promessa para mim é dívida! E eu sei cobrar (Execução de Título Extrajudicial, Ação de Cobrança, Ação Monitória… pode escolher.). Então, nem pense em não me fazer uma visita aqui em Maringay, quando você ficar rico, viu?

Terceiro, conversei, pela primeira vez, com outro queridíssimo leitor, que já havia adicionado no Facebook. Mais uma vez, a distância. É Murphy, mesmo. Por que as pessoas mais bacanas, vivem tão longe assim (e as pessoas mais horríveis, tão perto)? Tava calculando a distância pelo Google Maps… mais de 1.200 quilômetros! Não tem jeito. Ou eu fico rico. Ou eu fico rico. Ou melhor… “milhonário”, comendo papa de praia!

E quarto, conversei com um certo blogayro. Não preciso dizer quem é. Mas eu sei que, quando ele ler isto, saberá de quem se trata, pelas seguintes frases: “O futuro a Deus pertence. Quem sabe, um dia, eu peço a Ele emprestado?”; e “O que seriam dos passivos, se não fossem os ativos?”. Só posso dizer que ele tem (muita) história para contar. Muita história mesmo!

Enfim. Eu, realmente, repassei a dar mais importância aos diálogos eletrônicos. Porque, ao contrário de alguns cyber-writers que estão geograficamente mais próximos, mais precisamente, os blogayros cariocas de quem eu tenho tanta inveja e admiração, não conheço nenhum outro que more aqui por perto… (#foreveralonefeelingsagain), para que pudéssemos trocar figurinhas. E, como a internet é mundial, acho que todos os leitores moram mais longe do que a minha capacidade de viajar… buááááá!

Aiai. Já que, por enquanto, não faço declaração de imposto de renda sequer como isento, vou ficar limitado a ter contatos virtuais contigo, leitor amigo tão distante. Pelo blog. Pelo e-mail. E, agora, novamente, pelo MSN.

Mas olha. Já é muito bom, saber que você existe!

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comments

Sem comentários pelo fato de você ter me excluído. FIM

Gui

17/03/2011

WHAT? E quem disse que eu te excluí????

SG

17/03/2011

gente
q medo de citar nomes!

FOXX

17/03/2011

So cute!
Msn é bom mesmo, dá essa sensação que só conhecemos pessoas que moram longe, mas, por outro lado, permite que as conheçamos!
Bjão!

Jean Borges

17/03/2011

Ai, não consigo me habituar ao msn… Sempre descubro outra coisa pra fazer… Acho meio perda de tempo…

In fact, nao curto mto redes sociais. Tenho facebook hoje pq acho prático e consigo acessar do celular (almost) everywhere xD

in.Constante

18/03/2011